Queda precoce na Copa do Brasil expôs fragilidade do elenco do Flu
MatériaMais Notícias
da mrbet: A segunda eliminação precoce do Fluminense no semestre – não chegou à semifinal da Taça Guanabara e caiu na terceira fase da Copa do Brasil – expôs a fragilidade do atual elenco tricolor. O próprio técnico Abel Braga já vem citando a necessidade por novas peças para o elenco há algum tempo e voltou a reforçar o assunto depois da derrota por 1 a 0 para o Avaí, que decretou o adeus à competição nacional (já havia perdido por 2 a 1 no primeiro duelo, no Nilton Santos).
O comandante lembra que muitos dos membros do grupo são jovens vindos de Xerém, onde funcionam as categorias de base do clube. A inexperiência, inclusive, pesou contra o Avaí. No Rio, uma falha de Marlon Freitas gerou o segundo gol do time catarinense. Já na Ressacada, a ansiedade de Dudu pesou – ele entrou quando o time tinha um a mais, mas ficou apenas seis minutos em campo antes de ser expulso (veja mais abaixo).
Os resultados adversos, porém, não mudam a convicção de Abel no modo que escolheu para atuar nesta temporada – no 3-5-2. Na última quinta-feira, por exemplo, sem poder usar Renato Chaves, utilizou Reginaldo, que é cria da base e voltou às Laranjeiras no ano passado.
– O Fluminense está seguindo um caminho dentro daquilo que temos possibilidade. A gente sabe que tem de se reforçar. É natural. Não podemos passar um ano com 23, 24 jogadores de linha, ou 10 formados na base. Não vamos mudar absolutamente nada, mas vamos procurar melhorar no coletivo – disse.
Abel garantiu que o Fluminense apresentou um futebol que poderia ter feito a equipe avançar e manteve o domínio, mesmo após as substituições, mas falhou na frente.
– Jogamos o suficiente para tirar a vantagem que eles construíram no Rio. Até o momento da segunda expulsão. Mesmo com as mudanças, o domínio continuou, mas as bolas passavam direto. Isso é uma situação que precisamos melhorar muito